CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE TRATADOS EM UMA PLANTA DE AUTOCLAVAGEM COM BASE NA PRESENÇA DE SUBSTÂNCIAS NÃO-VOLÁTEIS NO LIXIVIADO

Autores

  • Renata Nautran Dalles Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP
  • Rodrigo Latanze Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP
  • Cristina Filomena Pereira Rosa Paschoalato Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP
  • Reinaldo Pisani Júnior Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP

Palavras-chave:

Autoclavagem; Classificação de resíduos; Extrato lixiviado; Resíduos de serviços de saúde.

Resumo

Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) tratados em uma
planta de desinfecção por autoclavagem em escala real
foram classificados como resíduos perigosos (Classe I) ou
não-perigosos (Classe II), com base nas normas da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) NBR
10.004/2004, NBR 10.005/2004 e NBR 10.007/2004.
Estabelecido o intervalo de confiança de 98%, estimou-se
que 20 amostras seriam suficientes para representar os
RSS processados na unidade. As concentrações de 11
substâncias não voláteis foram comparadas com os
limites do anexo F da NBR 10.004/2004. As principais
concentrações encontradas nos lixiviados dos RSS foram:
cádmio (entre 0,01-0,19 mg.L-1), fluoreto (0,19-1,22
mg.L-1) e mercúrio (0,05-0,16 mg.L-1). Uma vez que a
concentração de mercúrio excedeu o limite de 0,10 mg.L-
1 em 5 amostras, os RSS tratados na unidade foram
classificados como perigosos. Sendo assim, sua disposição
final deveria ser efetuada em aterro licenciado para
resíduos perigosos e não em aterro sanitário, como tem
sido atualmente praticada.

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Publicado

30-12-2014

Como Citar

Dalles, R. N., Latanze, R., Paschoalato, C. F. P. R., & Pisani Júnior, R. (2014). CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE TRATADOS EM UMA PLANTA DE AUTOCLAVAGEM COM BASE NA PRESENÇA DE SUBSTÂNCIAS NÃO-VOLÁTEIS NO LIXIVIADO. Revista Brasileira De Ciências Ambientais, (34), 9–21. Recuperado de https://www.rbciamb.com.br/Publicacoes_RBCIAMB/article/view/213