REGENERAÇÃO E SUSTENTABILIDADE DAS ESPÉCIES EXTRATIVISTAS UTILIZADAS EM TRÊS ASSENTAMENTOS DA REGIÃO SUDOESTE MATO-GROSSENSE
DOI:
https://doi.org/10.5327/Z2176-947820160062Palavras-chave:
conservação; diversidade; extrativismo; Cerrado.Resumo
Este estudo teve como objetivo investigar a regeneração das espécies do
Cerrado sensu stricto utilizadas no extrativismo em áreas dos assentamentos:
Margarida Alves, Corixo e Bom Jardim/Furna São José, região Sudoeste
Mato-grossense. A análise se baseou em coletas de dados florísticos e
fitossociológicos em 30 parcelas, medindo 20 x 50 m, realizadas no período de
fevereiro a julho de 2012, tendo como critérios de inclusão a circunferência à
altura do peito (CAP) ≥15 cm e altura ≥3 m. No Assentamento Margarida Alves,
o babaçu (Attalea speciosa) foi a espécie com maior valor de importância
(IVI), 92,00%, no Assentamento Corixo, foi o pequi (Caryocar brasiliense),
IVI=40,65%, e no Bom Jardim/Furna São José, o cumbaru (Dipteryx alata) foi
a segunda espécie com maior IVI (26,24%). Os valores de R² para a relação de
indivíduos sobre circunferência e altura resultaram em valores baixos para
as espécies citadas, assim, não foi demonstrado o padrão de J-invertido na
maioria dos gráficos de histogramas, indicando baixa regeneração, podendo
no futuro comprometer a atividade extrativista dos assentamentos.
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