A CADEIA DE RECICLAGEM DE PET PÓS-CONSUMO E AS DEFINIÇÕES DE SUAS ETAPAS: UM ESTUDO DE CASO NO RIO DE JANEIRO
DOI:
https://doi.org/10.5327/Z2176-9478201613514Palavras-chave:
reciclagem; PET; terminologia; cadeia de reciclagem; Rio de Janeiro.Resumo
O artigo teve por finalidade propor maior esclarecimento sobre atividades e
padronização terminológica das etapas da reciclagem referentes ao material
plástico, com foco no poli (tereftalato de etileno), PET. A metodologia utilizada
baseou-se em pesquisa exploratória com busca em literatura científica e em
sites de organizações brasileiras sobre as denominações utilizadas para a
cadeia de reciclagem. Foram propostos novos termos às unidades produtivas
da cadeia da reciclagem, para auxiliar a sua correta caracterização, são eles:
catador, distribuidor, reciclador-distribuidor, reciclador-beneficiador e
reciclador-transformador. Os termos propostos estão de acordo com a
Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Para validação da importância
da padronização, foram identificadas e caracterizadas, por meio de uma
pesquisa de campo, unidades produtivas que trabalham na reciclagem de
PET no Rio de Janeiro, segundo os termos tradicionalmente utilizados e de
acordo com a terminologia proposta. Verificou-se que a falta de padronização
dos termos conduziu a diferentes resultados sobre a cadeia de reciclagem.
Também como resultado, tem-se que o Rio de Janeiro apresenta um número
pequeno de reciclador-transformador e reciclador-beneficiador.
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